Psicologia • Comportamento alimentar • Atendimento online

Você não precisa viver entre o controle e a culpa com a comida.

Terapia especializada para mulheres que estão cansadas de saber o que precisam fazer, mas não conseguem sustentar isso na rotina.

Retrato profissional da psicóloga Rafaelle Oliveira em um ambiente acolhedor

Atendimento online

Um espaço para respirar

Como podemos ajudar

Talvez você tenha chegado até aqui porque…

01

Comer sem fome

Você sabe que não está com fome, mas acaba buscando comida quando está ansiosa, cansada, frustrada ou simplesmente precisa de um alívio.

02

Perder o controle

Você começa pensando que vai comer só um pouco e, em alguns momentos, parece impossível parar. Depois vêm o arrependimento e a sensação de ter falhado mais uma vez.

03

Culpa depois de comer

A comida acaba, mas o episódio continua na sua cabeça. Você se julga, promete compensar e pensa que amanhã precisa “fazer tudo certo”.

04

Viver no 8 ou 80

Ou você está fazendo tudo perfeitamente, ou sente que já estragou o dia — e acaba desistindo de cuidar de si.

05

Pensar demais em comida

O que comer, quanto comer, o que deveria evitar, se exagerou, como compensar. A comida ocupa um espaço mental muito maior do que você gostaria.

06

Começar e não conseguir sustentar

Você já sabe muita coisa sobre alimentação. O problema não é começar de novo — é conseguir manter as mudanças quando a rotina, as emoções e os dias difíceis aparecem.

Entenda

Não é apenas falta de força de vontade.

O comportamento alimentar não acontece isolado. Ele é atravessado por emoções, pensamentos, hábitos construídos ao longo dos anos e pelo contexto em que você vive.

Por isso, saber “o que fazer” raramente é suficiente.

Quando a comida se torna uma forma de lidar com ansiedade, cansaço, frustração ou necessidade de alívio, tentar aumentar ainda mais o controle pode alimentar justamente o ciclo de restrição, exagero e culpa.

A terapia olha para o que está por trás do comportamento — e não apenas para a comida.
Momento de uma refeição à mesa, com luz natural e ambiente acolhedor
Psicóloga Rafaelle Oliveira

Psicóloga clínica • Comportamento alimentar

Sobre

Prazer, sou Rafaelle Oliveira.

Sou psicóloga clínica e há 13 anos acompanho pessoas em seus processos de mudança.

Ao longo da minha trajetória, meu trabalho foi se concentrando especialmente em uma questão que aparece de muitas formas diferentes: a relação com a comida.

Mulheres que sabem o que deveriam fazer, mas não conseguem sustentar. Que passam períodos tentando controlar a alimentação e, em outros, sentem que perderam completamente esse controle.

Meu trabalho não é ensinar você a ter mais força de vontade diante da comida.

É ajudar você a compreender os padrões que foram construídos ao longo da sua história e desenvolver, na prática, novas formas de responder à comida, às emoções e aos dias difíceis.

Mais do que controlar a comida, o objetivo é construir uma relação em que ela não precise ocupar tanto espaço na sua vida.
Quero começar minha terapia

Como funciona

Como a terapia pode ajudar

  1. 01

    Acolhimento e compreensão

    Começamos entendendo sua história com a comida, sem julgamento e sem pressa. Cada trajetória é única.

  2. 02

    Compreensão dos padrões

    Identificamos o que sustenta o ciclo: gatilhos, emoções, pensamentos, hábitos e o contexto em que ele acontece.

  3. 03

    Construção de novas respostas

    Desenvolvemos estratégias comportamentais e emocionais para que você consiga responder de outra forma aos momentos difíceis — inclusive quando a rotina não acontece como planejado.

A mudança não acontece quando você consegue fazer tudo perfeitamente. Ela acontece quando você aprende a continuar mesmo nos dias imperfeitos.

Quero começar minha terapia

Você não precisa aprender a fazer tudo certo.

Talvez você já tenha tentado começar de novo muitas vezes.

Uma nova dieta.
Uma nova regra.
Uma nova segunda-feira.
Uma nova promessa de que desta vez seria diferente.

Na terapia, o caminho não é construir mais uma versão perfeita de você.

É desenvolver habilidades para perceber o que acontece antes, durante e depois do impulso; reconhecer fome, vontade e saciedade; tolerar desconfortos; sair do pensamento 8 ou 80 e aprender a continuar sem precisar recomeçar o tempo inteiro.

Porque uma relação mais tranquila com a comida não é construída pela perfeição. É construída pela repetição de novas respostas.
Café e bolo de chocolate parcialmente consumido em uma mesa com luz natural
Comer algo que você gosta não precisa significar perder o controle.

Talvez você queira mudar o seu corpo.Mas não precisa continuar em guerra com ele enquanto isso.

Mulher diante do espelho em um ambiente acolhedor com luz natural

Dúvidas

Perguntas frequentes

O atendimento é totalmente online?

Sim. As sessões acontecem por videochamada, o que permite que você seja atendida de onde estiver, com privacidade e conforto.

Preciso ter um diagnóstico para começar?

Não. Muitas mulheres chegam apenas com a sensação de que a relação com a comida está pesada demais. Isso já é motivo suficiente para buscar ajuda.

A terapia vai me dizer o que comer?

Não. O foco da psicologia é a relação com a comida, as emoções e os padrões de comportamento, e não a prescrição alimentar.

Como funciona a primeira sessão?

É um momento de escuta e acolhimento, para entender a sua história e o que você busca. A partir daí, alinhamos juntas o caminho do processo.

Como faço para começar?

Basta clicar em qualquer botão “Quero começar minha terapia” ao longo da página para entrar em contato e agendar sua primeira conversa.

Um primeiro passo

Talvez o próximo passo não seja tentar mais uma vez sozinha.

Se você percebe que a comida tem ocupado um espaço maior na sua vida do que gostaria, a terapia pode ser um espaço para compreender esse ciclo e começar a construir algo diferente.

Quero conversar sobre a terapia